segunda-feira, 8 de setembro de 2014

SÉRIE: PENSANDO SOBRE AS QUESTÕES DA MULHER NO MUNDO

ONU pede proteção às mulheres na Síria e Iraque

Novo responsável pela área de direitos humanos quer proteção das mulheres e das minorias que são alvo do grupo Estado Islâmico


Genebra - O novo responsável pela área de direitos humanos da ONU pediu nesta segunda-feira que o mundo proteja as mulheres e as minorias que são alvo de militantes do grupo Estado Islâmico no Iraque e na Síria, conflitos que, segundo ele, são cada vez mais "uma coisa só".
Em um contundente discurso de posse no Conselho de Direitos Humanos da ONU, Zeid Ra'ad al Hussein, ex-embaixador na ONU da Jordânia, disse que qualquer país governado pelo Estado islâmico "seria uma dura e mesquinha casa de sangue".
Combatentes sunitas do Estado Islâmico se apoderaram de vastas áreas na Síria e no Iraque desde junho, declarando um califado transfronteiriço. Na semana passada o Conselho, com sede em Genebra, concordou em enviar uma equipe para investigar crimes cometidos pelo grupo em "uma escala inimaginável".
"Em particular, os esforços dedicados são urgentemente necessárias para proteger os grupos religiosos e étnicos, crianças - que estão em risco de recrutamento forçado e violência sexual - e as mulheres, que têm sido alvo de severas restrições," Zeid disse no fórum.Ele também pediu que o novo governo iraquiano avalie a possibilidade de o Iraque se tornar signatário do Tribunal Penal Internacional (TPI) para garantir a responsabilização pelos crimes cometidos no país.

(Matéria extraída do site: ffilhasdesara.com.br)
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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Série: PENSANDO SOBRE AS QUESTÕES DA MULHER NO MUNDO.


Apesar de avanços em redução de desigualdade de gênero, 'mudanças são lentas'
Um estudo anual divulgado nesta sexta-feira pelo Fórum Econômico Mundial aponta que a desigualdade entre homens e mulheres diminuiu na maior parte dos países do mundo.
A pesquisa Relatório Global sobre Desigualdade de Gênero 2013, que analisou 136 países, concluiu que 86 deles apresentaram melhoras na desigualdade de gênero em relação ao ano anterior.
No entanto, as mudanças são lentas, salienta à BBC Saadia Zahidi, principal autora do relatório.
Pelo quinto ano consecutivo, a Islândia foi considerado o país mais avançado em termos de igualdade entre homens e mulheres. Em seguida vêm Finlândia, Noruega e Suécia.
Segundo Zahidi, os países nórdicos continuam sendo exemplo porque têm uma longa história de reconhecer e investir no talento individual.
"Tratam-se de economias pequenas, com populações pequenas. Eles reconhecem que o talento importa e este talento está nos homens e nas mulheres", afirmou Zahid.

Liderança econômica

OS PAÍSES MAIS IGUALITÁRIOS

Islândia
Finlândia
Noruega
Suécia
Filipinas
Irlanda
Nova Zelândia
Dinamarca
Suíca
Brasil - 62º
O Brasil ficou em 62º lugar no ranking, a mesma posição do ano passado.
O relatório destaca os avanços da Nicarágua, que veio em 10º na listagem e foi considerado o país mais igualitário das Américas.
O país foi elogiado pelo "empoderamento político das mulheres". Os Estados Unidos chegaram na 23ª posição.
O relatório aponta grandes avanços na redução de desigualdade em quesitos como acesso a saúde e a educação. Vinte e cinco países foram apontados como fornecedores de oportunidades igualitárias para meninos e meninas no quesito educação.
A igualdade econômica apresentou um cenário mais desfavorável, em que a diferença entre gêneros diminuiu apenas em 60%.
Tanto em países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento, a presença da mulher em posições de liderança na área econômica ainda é limitada.
Apesar de as mulheres tenham obtido ganhos em termos de representação política, de 2% neste ano, a brecha entre gêneros diminuiu em apenas 21%.

Apesar de avanços em redução de desigualdade de gênero, 'mudanças são lentas'
Um estudo anual divulgado nesta sexta-feira pelo Fórum Econômico Mundial aponta que a desigualdade entre homens e mulheres diminuiu na maior parte dos países do mundo.
A pesquisa Relatório Global sobre Desigualdade de Gênero 2013, que analisou 136 países, concluiu que 86 deles apresentaram melhoras na desigualdade de gênero em relação ao ano anterior.
No entanto, as mudanças são lentas, salienta à BBC Saadia Zahidi, principal autora do relatório.
Pelo quinto ano consecutivo, a Islândia foi considerado o país mais avançado em termos de igualdade entre homens e mulheres. Em seguida vêm Finlândia, Noruega e Suécia.
Segundo Zahidi, os países nórdicos continuam sendo exemplo porque têm uma longa história de reconhecer e investir no talento individual.
"Tratam-se de economias pequenas, com populações pequenas. Eles reconhecem que o talento importa e este talento está nos homens e nas mulheres", afirmou Zahid.

Liderança econômica

OS PAÍSES MAIS IGUALITÁRIOS

Islândia
Finlândia
Noruega
Suécia
Filipinas
Irlanda
Nova Zelândia
Dinamarca
Suíca
Brasil - 62º
O Brasil ficou em 62º lugar no ranking, a mesma posição do ano passado.
O relatório destaca os avanços da Nicarágua, que veio em 10º na listagem e foi considerado o país mais igualitário das Américas.
O país foi elogiado pelo "empoderamento político das mulheres". Os Estados Unidos chegaram na 23ª posição.
O relatório aponta grandes avanços na redução de desigualdade em quesitos como acesso a saúde e a educação. Vinte e cinco países foram apontados como fornecedores de oportunidades igualitárias para meninos e meninas no quesito educação.
A igualdade econômica apresentou um cenário mais desfavorável, em que a diferença entre gêneros diminuiu apenas em 60%.
Tanto em países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento, a presença da mulher em posições de liderança na área econômica ainda é limitada.
Apesar de as mulheres tenham obtido ganhos em termos de representação política, de 2% neste ano, a brecha entre gêneros diminuiu em apenas 21%.

100 Mulheres

UM POUCO MAIS IGUAIS


Veja os principais dados do relatório do Fórum Econômico Mundial.
Ainda segundo Zahidi, desde que o Fórum Econômico Mundial começou a elaborar o relatório, há oito anos, 80% dos países fizeram progressos.
"O preocupante é que 20% dos países não avançaram ou estão regredindo", acrescentou.
Os países do Oriente Médio e do norte da África foram as únicas regiões que não mostraram avanços no ano passado, com o Iêmen ocupando a última posição no ranking.
A divulgação do relatório coincide com a conclusão de uma temporada de reportagens da BBC em mais de 20 línguas e em variadas plataformas de mídia sobre a situação de mulher hoje no mundo.
Nesta sexta-feira, 100 mulheres de destaque em várias áreas estão reunidas na sede da corporação para um dia de debates sobre as conquistas e os desafios da mulher do século 21.
Extraido de : http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/10/131025_relatorio_mulheres_fl.shtml


(Artigo extraído do site de filhas de Sara: www.filhasdesara.com.br)

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