terça-feira, 28 de julho de 2015

UMA PALAVRA PRA LÁ DE PODEROSA


“Enviou-lhes a sua palavra e os sarou, e os livrou de tudo que lhes era mortal.”
 (Salmos 107:20)




Davi está relembrando a trajetória do povo de Israel. Ele conhecia muito bem, como Deus havia desde o começo de tudo, quando escolheu um povo de exclusividade sua, providenciado e cuidado de tudo para que seus filhos,  tivessem o melhor, até chegarem á terra prometida, e depois de lá chegarem.

Ele, Davi, com certeza, era um profundo conhecedor do Deus que desde sempre estava ali bem junto aos seus. Ele experimentava isso em sua vida diária. Assim imagino, Davi, ao ler sobre a história do seu povo, o quanto ele sabia o que Deus fizera por aqueles seus irmãos, porque ele era alvo deste mesmo cuidado, misericórdia e bondade longânime desse Pai.

Deus não criou o homem e o entregou a sua própria sorte. Não, ele sempre esteve presente. Mesmo quando seu povo desobedecia e se afastava por causa do pecado, ele estava sempre à procura deles. Ainda que, não pudesse passar por cima da sua justiça, isso não; e sem poder conviver com o pecado, por causa da sua santidade. Ele fazia de tudo para que eles se arrependessem e, retornassem pelo único caminho traçado pelo arrependimento: abandono do pecado e sujeição a Deus.

Neste salmo Davi apresenta um Deus em uma busca frenética por seus filhos rebeldes, e repete enfaticamente esta característica de Deus: “Porque a sua misericórdia dura para sempre.” Ele repete isso, após o chamamento incansável a se louvar ao Senhor como se quisesse que todos nós,  seu povo, em toda as gerações, déssemos uma grande festa de celebração a esta longanimidade de Deus que dura para sempre.

Como divisor de águas surge a declaração contundente que aponta a solução para o povo que caminha pelos seus próprios caminhos. A palavra de Deus, é esse divisor que é funcional e poderoso, trazendo cura ao filho que a ele clama. Depois de não poder voltar atrás por causa dos seus caminhos tortuosos, que o distancia do Pai que é santo e o deixa na área da morte. De onde com suas próprias forças não pode sair, pelo contrário. Só pela ação poderosa desse Deus Pai e mediante a atitude desse filho de reconhecer que sua teimosia em continuar em seu caminho de rebelião o levará a destruição: “Há caminhos que ao homem parece direito, mas afinal são caminhos de morte.” (Provérbios 16:25)

Não tem jeito, é só pela palavra que o homem pode ser sarado, recriado, liberto. Aqui, mais uma vez vemos a palavra de Deus agindo, trazendo vida. Organizando o que foi desorganizado pelo espírito de rebelião não só do homem, mas também e, principalmente, de outro ser criado por Deus, lúcifer e uma terça parte dos anjos. Cuja função é destruir, desequilibrar.

Como no começo em que a Terra, que já havia sido criada, se achava sem forma e vazia, um verdadeiro caos. Segundo os estudiosos, essa destruição foi ocasionada pela rebelião de Lucífer como os outros anjos, que foram precipitados na Terra dos céus por causa da rebelião contra a soberania e o governo de Deus. Foi pela palavra liberada da boca de Deus, que o caos deixou de existir. Cada palavra que saia da sua boca ia curando a Terra enferma e trazendo ordem na desordem.

Assim, aconteceu também nos dias de Adão e Eva, que desobedeceram  à vontade soberana de Deus e trouxe o maior caos que poderia acontecer. Agora não era mais apenas uma Terra qualquer, mais a Terra do coração do homem. Homem que fora criado com as mesmas características de Deus. Agora, ele precisava de cura de ser restaurado, muito mais do que cura, ou restauração,  precisava tornar a viver.

Foi em meio há tamanha destruição, que Deus, mais uma vez, trouxe a sua palavra que livrou não só Adão e Eva do que lhes era mortal, mas toda a humanidade, pois “a morte passou a todos os homens...” como diz Paulo em sua carta aos Romanos 5: 12. Ele declara que da semente da mulher nasceria aquele que esmagaria a cabeça da serpente (Satanás, ou Lúcifer). 

Esta palavra trouxe esperança de salvação para uma doença mortal, chamada pecado, que certamente culminaria em morte eterna. Vale lembrar que a palavra diz respeito a Jesus Cristo, ele é a palavra. A mesma que saiu da boca de Deus lá no começo da vida no Gênesis criando tudo naquela Terra sem forma e vazia e depois na vida da humanidade morta, em Adão, trazendo a possibilidade de vida.

Foi isso que Davi anunciou que Deus fizera ao seu povo, enquanto caminhava na sua trajetória rumo à terra prometida: “Enviou-lhes a sua palavra, e os sarou...” que Deus é este, hem? Não apenas os sarou, mas “...livrou-os do que lhes era mortal.”

Davi viu Deus fazer isso com o seu povo nos seus dias, mas não só aos outros, mas a ele mesmo. Quantas vezes Deus  livrou Davi do que era mortal, pelo poder de sua palavra?  Deus o livrara, não apenas, do que lhe era mortal todos os dias quando seus inimigos se levantavam contra ele, mas também, quando ele fez o que não agradara a Deus, quando praticando o adultério e um homicídio, pecando contra a santidade do Senhor que é santo; O Pai lhe enviou sua palavra de renovo, de força; de juízo também, porque o juízo de Deus trás a possibilidade de que a graça seja estabelecida trazendo cura, libertação e livramento do que poderia lhe matar. Deus falava intimamente com Davi e sua palavra ia agindo por ele, dando a possibilidade de vida.

Deus continua a fazer o mesmo com seus filhos, ele não mudou, nem sua palavra, com a qual ele tem compromisso. Ele envia sua palavra que nos cura, nos restaura e nos livrar de tudo o que é mortal.

Uma notícia ruim : Quantos filhos de Deus têm vivido num verdadeiro caos na sua vida. Uma vida que não foi planejada por Deus. Vida de rebelião à sua vontade, como aquele povo no deserto e em tantos outros momentos de sua existência. Momentos que  levaram Deus a permitir que eles fossem derrotados  pelos inimigos, capturados e escravizados por setenta anos em terra estranha. Coisas que eram mortais.

Uma notícia boa: Deus nunca desiste dos seus filhos e está, como sempre esteve em todos os tempos, à procura deles. Podemos crer e esperar confiantemente em sua palavra que continua a ser enviada para curar, e que nos livra de tudo o que nos é mortal.

Só que tem um porém, Davi fala da palavra curando e livrando, mediante a atitude do povo de Deus, atitude de arrependimento. Eles clamam ao Senhor por salvação, por libertação, por cura. Só esta atitude coloca o poder da palavra de Deus em ação: arrependimento, que não é do nosso jeito, mas como ele nos diz na sua palavra, deixando o caminho onde fomos achados em pecado, em rebelião contra Deus. Isso é curador, porque é o método de Deus.

Quantos de nós já  testemunhamos isso acontecendo em sua vida? A palavra entrando e curando e livrando–nos do que nos é mortal?

Então, este é o tempo de cura para os que estão experimentando qualquer tipo de doença. A atitude de quem é curado é de muita festa, de celebração. Quem que, estando doente, de uma doença mortal, é curado e não vai ficar sobre modo extasiado, maravilhado, exultante e vai festejar?  Que tal rendermos graças ao Senho, afinal de contas, fomos curados, libertos do que nos ia matar para sempre, o pecado. Deus continua o mesmo, queridos! 

Sim Ele é bom e Sua misericórdia dura para sempre, e Sua palavra continua a mesma, ela continua frutificando tudo o que ela saiu para produzir. aleluia!


Denise Malafaia

domingo, 5 de julho de 2015

UHU, CONSEGUI...FUI APROVADO!




“Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provas, sabendo, que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes.” (Tiago 1: 2, 3 e 4)




Quem trabalha na área de educação escolar, com a qual trabalhei diretamente, exaustivamente, por 11 anos. Sabe que a chamada prova, avaliação regular e formal, não quer dizer muita coisa, no que se refere a testar se um aluno conhece ou não tal assunto. Mas é uma das maneiras de aferir o aluno em determinada matéria. Vemos como alguns alunos ficam bloqueados quando se trata desta avaliação. E o que dizer de uma avaliação oral, hem?

 Embora não devesse ser assim, vemos que muitos educadores fazem provas para reprovar o seu aluno. Alguns têm prazer de dizer: “Quero ver aluno tirar 10 comigo.” Outros fazem constantes ameaças aos alunos: “Cuidado que eu sou conhecido como carrasco de aluno!” Um verdadeiro educador tem prazer em aprovar seus alunos. Há aqueles que acham que um bom professor é avaliado pelas inúmeras reprovações ao final de um ano letivo, antigamente se pensava assim, mas a didática moderna afirma exatamente o contrário.

Sabemos que passamos sempre por testes em nossa vida, mesmo informalmente. Estamos sempre sendo alvo de alguma avaliação. Faz parte da vida. Dependendo do teste, ficamos apreensivos. Principalmente quando esse teste tem data, hora, local e objetivo específicos.
Não só os testes na escola, ou em concursos, nos deixam apreensivos, mas quando se trata de um teste para uma determinada função profissional, por exemplo, sabemos que os testes, neste sentido, não é mais ameno do que tantos outros. Tão bom se fossem, não é? Mas, eles são necessários...
Pensemos nessas avaliações normativas: um aluno só é avaliado dentro da série em que ele está inserido. Assim os assuntos dizem respeito ao que ele estuda. Um profissional só é avaliado dentro daquilo que compete à sua profissão. No máximo, o que difere, é relacionado ao  conhecimento da sua língua, para que possa se comunicar adequadamente dentro de uma empresa; ou ao seu desempenho nos relacionamentos, como no caso de exames psicotécnicos.

Temos acompanhado os noticiários que muitas vagas de emprego que estão abertas, não são preenchidas, mesmo diante de um grande número de pessoas que ainda estão desempregadas. Sabe qual o motivo detectado? O índice de profissionais não qualificados para preenchimento das inúmeras vagas de trabalho, mas que exigem capacitação adequada. Nossos profissionais não estão aptos para às exigências do mercado de trabalho. Muitos que acham que estudaram tanto, e que se formaram para atuar nas diversas áreas de uma determinada profissão, não têm sido aprovados para aquilo que foram preparados.

Relatei tudo acima para que pudéssemos entender sobre esta prova mencionada por Tiago, como uma prova necessária.

Para que sejamos aprovados e não reprovados, é que passamos por várias provas, também no que se refere a nossa vida cristã. Para que sejamos trabalhadores prontos, perfeitos para o serviço do Senhor que nos arregimentou, precisamos ser testados.
Deus é um mestre que jamais pensa em desaprovar seu discípulo, Sua satisfação é aprová-lo com todas as honras.

Quando Jesus convocou os seus doze discípulos ele os chamou: “Vinde após mim e eu vos farei pescadores de homens.” Eles largaram tudo e o seguiram, segundo o relato bíblico. Parecia algo bem simples, a chamada para pescar homens, principalmente para os que eram pescadores de peixes nos mares da Judéia, mas e os outros? Para Mateus, que era coletor de impostos, e a Filipe, Jesus convoca, dizendo apenas: “Segue-me.” E, de acordo com o que está escrito, eles obedeceram, não os vemos questionando o chamado. Mateus deveria ganhar muito bem, pois era como se fosse um fiscal da receita federal, trabalhava para os romanos. Com certeza ele era alguém de status na sociedade romana. Segundo a narrativa bíblica, todos eles  tiveram que deixar tudo para seguirem a Jesus. A partir dali eles tinham que ir aonde Jesus ia e viver como Jesus vivia. Jesus não parava. Jesus passava o dia ensinando-os. Seu tempo seria curto para repassar-lhes, tudo o que precisariam para iniciar e dar continuidade ao projeto do Pai de instalar na Terra seu reino. E as famílias destes homens, como viveriam? Eles estavam sendo chamados para seguirem a Jesus, quer dizer, para passarem por provas.

Jesus declarou em seus ensinos aos doze que: “Não se preocupassem com sua própria vida, quanto ao comer e ao beber... e ao que vão vestir...busquem primeiro o reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas lhes seriam acrescentadas...” Será que este teste era fácil?

Estes homens viveram a vida toda desde que nasceram, aprendendo sobre o Messias e que um dia Ele viria. Imaginem como o aguardavam! A prova disso é que assim que o ouviram falar, creram nele, caso contrário não o teriam seguido. Eles conheciam as profecias e não duvidaram quando o viram. Quanto aos sinais eles nem tiveram tempo de vê-los para que só depois o seguissem, pois só junto com eles, os sinais foram feitos e vistos.
Só que eles tiveram que passar por duras provas à medida que andavam com Jesus e conviveram com ele face a face. 

Ao lermos os evangelhos ouvimos quando Jesus falava acerca das dificuldades que os aguardavam. Ele disse que eles seriam perseguidos, pelos da suas próprias casas; que seriam entregues aos tribunais e que poderiam ser até mortos... e que perder a vida seria achá-la. Eles não foram chamados para terem casa bonita, carro do ano  e uma bela conta bancária.

 A história da igreja mostra esses homens os agora onze , e depois deles, todos os outros discípulos da igreja primitiva, entre eles muitas mulheres, passando por duras provas por amor à Cristo.

Em hebreus 11, o autor bíblico registra o que aconteceu com muitos seguidores de Jesus daquele tempo. Não só aqueles que viveram com Jesus, como também, os que viveram depois de Jesus ter morrido e ressuscitado. Fruto do trabalho eficiente desses fiéis discípulos que foram aprovados depois de passarem por difíceis provas.
A vida desses homens e mulheres nunca mais foi a mesma: “... Alguns foram torturados, não aceitando seu resgate, para obterem superior ressurreição. Outros por sua vez, passaram pela prova do escárnio e açoites, sim, até por algemas e prisões. Foram apedrejados, cerrados pelo meio, mortos a fio da espada; andaram errantes,  vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados, homens dos quais o mundo não era digno, errantes pelos desertos, pelas covas, pelos antros da Terra....” (Hebreus 11: 35- 38)

Entre esses,  estavam, os depois, chamados de apóstolos, dos quais Paulo já fazia parte.
Esses nossos irmãos só perseveraram em tempos tão difíceis porque foram aprovados  enquanto caminhavam com Jesus em suas vidas, após serem avaliados como discípulos do Senhor Jesus. Eles aprenderam a seguir à risca os ensinos do seu Mestre: “Bem aventurados sois quando por minha causa, vos injuriarem e vos perseguirem, e mentindo disserem todo mal contra vós. Alegrai-vos sobremaneira e exultai...” (Mateus 5: 11)

Como discípulos de Jesus Cristo, somos avaliados, a isso se chama provação. Que podemos pensar como uma prova em ação, quer dizer prova prática.
Não podemos pensar que seguir a Jesus é algo romântico, e fácil, muitos vivem fazendo de conta que seguem: “Muitos são chamados e poucos escolhidos.”
Ainda há vaga, mas não são todos os que estão aptos para preenchê-las. Sabe por quê? Por que muitos o chamam Senhor, Senhor e não fazem o que Ele diz. Logo, não passam na prova. Sabemos que a prova é muito difícil, mas é ele quem capacita. Ele o Mestre por excelência está pronto a nos ensinar com excelência para sermos discípulos por excelência. Ele é um Mestre pronto e suficiente para encorajar seus alunos.

 Diferentemente de muitos professores da educação formal. Não precisamos ter medo de sermos reprovados, só precisamos seguir suas instruções. Só precisamos aprender a seguir o manual exatamente como ele está escrito.

Assim, perseverar terá uma ação completa. Nada poderá nos parar na nossa caminhada da vida de verdadeiros discípulos. Nada, nem ninguém nos fará desistir de prosseguirmos. Seremos aprovados, “perfeitos, íntegros e em nada deficiente”.
Teremos sim a nota máxima do nosso Mestre.
Ouviremos dele a nota de aprovação final: “Muito bem, servo bom e fiel; no pouco fostes fiel sobre o muito te colocarei. Venha participar da alegria completa do seu Senhor.” (Mateus  25:21)


Denise Malafaia 



sexta-feira, 3 de julho de 2015

HERDANDO O VENTO

  "O que perturba a sua casa herda o vento..."

                                                      (Provérbios 11:29)



Uma certa vez, sentada em meu sofá, a TV estava ligada, e uma dessas novelas globais estava sendo repetida. Mesmo não gostando de novelas, e não tendo o hábito de acompanhá-las, não pude ficar indiferente ao que um dos personagens estava dizendo. Essa tal novela é aquela que fala da história da clonagem. Alguns dos seus personagens são da religião islâmica. Achei interessante quando alguém mencionou que determinada pessoa, havia jogado sua família, e sua própria vida  no vento com seu comportamento inconsequente.

Foi ai que reparei este versículo de Provérbios, e pensei, não é que eles têm razão!

Só que Salomão fala que alguém que perturba a sua casa, esse é quem herda o vento. 

Isso não quer dizer que o que ele vai herdar é o nada, não, viu?
 O que o provérbio está dizendo é que essa pessoa vai herdar é muita confusão para si mesmo. Sua herança será uma vida emaranhada, como aquele novelo de lã que vai parar nas mãos do gatinho e ninguém mais acha o fio da meada. É, é mais ou menos assim.

Paulo declara que tudo o que nós plantarmos vamos colher. Então, quem planta vento colhe tempestade. Que herança terrível, queridos!

Verdade é que, ainda que o pior aconteça com quem perturba a sua casa, a casa que é perturbada, na maioria das vezes, fica dentro de um verdadeiro redemoinho. Uma ventania de tristeza, de insegurança, de dor, de decepção, de angústia...

Quantas famílias têm sido destruídas pelo egoísmo, pela falta de amor, de renúncia; pelo desprezo, pelo adultério, pela mentira; pelas drogas, pela prostituição; pelo ciúme, intriga, pela violência. 

Vivemos num tempo em que a própria sociedade está jogando a família no vento. Com políticos que elaboram leis que vão contra os princípois de Deus, o criador da família. Eles não têm ideia do que estão formando para as futuras gerações. Vendo o que tem acontecido hoje neste presente século, que muitas outras pessoas vão herdar o vento, não apenas por perturbarem suas próprias famílias, mas a de muitos outros, o que é ainda pior. Até porque estão brincando com o que o Deus vivo criou...
Sabe aquele ditado: o feitiço vira contra o feiticiero, é isso que pode vir a acontecer.

Quantas famílias desestruturadas pelo pecado, que uma vez consumado gera a morte.
 Normalmente, porque cabeça e corpo, marido e esposa, que são os pais, se esqueceram que a eles foi dada a missão de cuidarem do jardim, onde Deus os colocou. Consequentemente, têm trazido perturbação às suas casas porque se esqueceram de que a maior responsabilidade é a deles.

Chamo isto de a síndrome de Adão e Eva, a história que se repete. Só que mesmo que eles tenham herdado o vento, por trazerem perturbação não apenas à sua família, mas a toda a humanidade, Deus trouxe a oportunidade para eles e para todos nós de recomeço. 
Deus é o Deus da 2ª chance, mas isso não significa um plano B, já que os planos de Deus , que são sempre o A, não podem ser frustrados.

Ele é o Deus que trouxe até nós a oportunidade de termos as nossas famílias e as nossas vidas recriadas em Cristo Jesus. "A glória da segunda casa será maior do que a primeira", glória a Deus!

Não podemos nos esquecer, no entanto, do princípio da semeadura: "Tudo o que plantarmos vamos colher",  de todo o modo, temos que arcar com a herança do que semeamos.  

Deus declara, no entanto, que aos que o buscam com um coração quebrantado e contrito ele não desprezará. 
Há um caminho de volta. O caminho do arrependimento. Quer dizer sair do caminho em que está, de vento, e ir por um outro caminho onde a tempestade não nos alcançará.. Só assim podemos caminhar em frente, contrários ao vento, porque Deus afirma que sarará a nossa terra, a nossa vida. 
 Sim, eu creio que ele sarará a casa, a família dos que O buscam assim, do seu modo, não do nosso. Tem que ser do jeito que está escrito, porque "o que Deus diz é o que importa".

Nossas atitudes e escolhas determinam a nossa herança. 
Que herança queremos  ter? 
Vale a pena pensar a respeito disso...

Denise Malafaia



As mais lidas da semana